terça-feira, 20 de março de 2012
A metamorfose do Branco
Antes de ler o Post - Ouça a música "Metamorphosis 1"- Philip Glass
http://www.youtube.com/watch?v=il4VDf-ugPI
De repente todos os sentimentos viraram solidão.
A insegurança tomou conta dos eloqüentes pensamentos contidos no centro da sensibilidade consciente.
De repente a suposta cor responsável pela junção de todas as outras no espectro perde sua força e a cada respiração anuncia-se falta de ar.
Invertendo a ordem da desordem a máscara é a responsável por expor a totalidade de lagartas que viraram borboletas.
Percorrendo o longo caminho da angustia pós-moderna, apenas uma linha se mantém diante do fundo infinito. O resultado?
A inútil tentativa pretensiosa de dividir um só corpo em razão e sentimento.
O pequeno ponto vermelho no nariz traz consigo a coragem de poder temer, o medo de amar e a alegria de viver.
A emoção e o sentimento são transmitidos pelo personagem que o indivíduo incorpora.
Certamente a maior complexidade que um personagem pode ter é saber incorporar a si próprio, em sua totalidade de fraquezas, anseios, desejos, perfeições e imperfeições.
As infinitas opções que o mundo finge nos dar traz a tona incertezas.
Afinal, o segundo é menor do que o tamanho de uma respiração.
A medida em que os ponteiros do relógio da vida avançam tic-taqueando descompassadamente se percebe o quão imenso é o infinito e ironicamente o quão o tempo é curto para se chegar até a plenitude.
Acreditar na vivacidade das cores é apenas um dos passos para encontrar felicidade onde ela mesmo se perde.
No mundo em que apenas o tangível é matéria é preciso saber ao certo por onde andas a alma.
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Esqueci de por meu nome.
ResponderExcluirMariana Grotti / na faculdade ainda como Mariana Felix :D